A turquesa é conhecida desde a antiguidade e utilizada como amuleto e pedra de ornamento. A palavra turquesa significa “pedra turca” e era considerada a “pedra da sorte” pelos turcos. A Turquia não é uma fonte de turquesa, mas foram provavelmente os comerciantes turcos que introduziram a turquesa na Europa. Esta pedra era muito valorizada pelos povos orientais e asteca, mas só mais tarde é que começou a ser considerada como amuleto na Europa. É possível que isto tenha ocorrido devido à influência da Igreja Católica. A turquesa já era comercializada há vários séculos e comprada na Europa, mas só no século XIV quando a influência da Igreja Católica começou a diminuir é que esta pedra começou a ser utilizada em joalharia. Nos países orientais acreditava-se que a turquesa protegia o seu possuidor de influências negativas e pensava-se que mudava de cor de acordo com a saúde dele. Uma outra crença semelhante é que a pedra avisava da aproximação de perigo. Esta crença poderá estar ligada ao facto de que a cor de algum tipo de turquesas muda mediante diversos factores, como o calor, luz e transpiração. Uma pessoa que possuísse uma pedra de uma destas variedades, ao ficar com febre e ao transpirar como resultado disso, iria fazer com que a pedra mudasse de tonalidade. Os astecas, assim como povos nativos da América do Norte, utilizavam a turquesa como amuleto protector. Os astecas não limitavam o uso da turquesa a amuletos e utilizavam-na para armas, escudos e provavelmente objectos cerimoniais. Na Pérsia a turquesa era amplamente utilizada para objectos decorativos que incluía a decoração de edifícios. Por outro lado os egípcios também utilizavam bastante a turquesa. Para além de todos os usos ornamentais, também era considerada um amuleto por estar associada à deusa Ísis.
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