Um diamante é sempre um diamante. De facto a sua beleza e brilho continua a encantar quem tem a oportunidade de possuir uma destas peças. A escolha de um diamante não está apenas no seu brilho ou tamanho. Há outros factores que é necessário ter em conta. O primeiro é o seu corte. Este é um ponto muito importante. De acordo com cada diamante, o lapidador irá escolher a lapidação que não só irá aproveitar o máximo do diamante, como também aquela que irá proporcionar o maior brilho a esta pedra preciosa. Com um corte correcto, a luz é reflectida internamente e dispersa-se pela parte superior do diamante. Quando o corte não é feito correctamente, alguma da luz irá reflectir-se pelas facetas laterais o que fará com que perca um pouco do seu brilho. Um outro ponto importante a considerar é a transparência do diamante. No seu processo de formação poderão ter sido incluídas pequenas partículas, algumas das quais visíveis a olho nu. Quanto mais transparente for o diamante, mais valioso ele se torna. Uma questão óbvia é o peso do diamante ou seja o seu quilate. O último ponto a ter em conta é a sua cor. Normalmente os diamantes têm uma coloração que vai desde o completamente transparente até ao amarelo claro. Os diamantes mais caros são os diamantes mais transparentes. Existem também diamantes coloridos, devido à inclusão de determinados elementos no diamante, mas são extremamente raros e dispendiosos.
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