O diamante Cullinan foi encontrado por Frederick Wells em Cullinan, na África do Sul, a 26 de Janeiro de 1905. Este diamante é o maior diamante em bruto que alguma vez foi encontrado. O nome do diamante não tem origem no local onde ele foi encontrado mas sim do proprietário da mina Sir Thomas Cullinan. Foi comprada pelo governo de Transval que a ofereceu ao Rei Eduardo VII no seu 66º aniversário. A lapidação foi entregue a Joseph Asscher. Após um estudo prolongado, a pedra foi dividida em duas. Uma delas, o Cullinan I foi transformado num diamante em forma de gota e faz parte do ceptro. No total o diamante foi dividido em 9 partes, e o Cullinan II encontra-se na coroa imperial de Inglaterra.
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