A arte bizantina se desenvolveu e se expandiu a partir da cidade de Constantinopla, que era a capital do Império Romano do Oriente. A aceitação do Cristianismo a partir do reinado de Constantino e sua oficialização por Teodósio procuraram fazer com que a religião tivesse um importante papel como difusor didático da fé ao mesmo tempo em que serviria para demonstrar a grandeza do Imperador que mantinha seu caráter sagrado e governava em nome de Deus. A pintura bizantina não teve grande desenvolvimento, pois assim como a escultura sofreram forte obstáculo devido ao movimento iconoclasta. Nela encontramos três formas: os ícones, pinturas em painéis portáteis (como a imagem da Virgem Maria, de Cristo ou de santos); as miniaturas, pinturas usadas nas ilustrações dos livros; e os afrescos, técnica de pintura mural onde a tinta era aplicada no revestimento das paredes, ainda úmidos, garantindo sua fixação. O mosaico, que todos já conhecem, foi uma forma de expressão artística importante no Império Bizantino. A arte do mosaico serviu para retratar o Imperador ou Imperatriz e também a figura dos profetas.
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